
O quero-quero macho (será que assim o chamam?) dava uns olhares lânguidos para a quero-quero fêmea(?) – os olhares não congelam, primeira premissa. Ela, realmente, tentava retribuir, mas retraídas como estavam suas penas não davam qualquer chance para o amor – o amor dos quero-queros, eis a segunda lição, precisa de algum espaço.
Fique este texto como documento, se algo acontecer a população mundial de quero-queros, esta noite onde tudo se congelou (inclusive a vontade de amar das quero-queros fêmeas!) contribuiu significativamente para a extinção desta espécie. Fiquemos atentos....
De repente, cansado de tantas sugestões masculinas sem quaisquer retribuições femininas, já com as pestanas (?) cansadas de atirar olhares lânguidos e concupiscentes, o quero-quero macho sumiu, tão repentinamente que nem sei se foi voando....duvido, não se voa encolhido como estava. Deve ter desabalado em fragorosa carreira, tentando espantar o frio, tentando encontrar uma fêmea mais assanhada que o frio. Por sua vez, a fêmea desiludida, cavucou um canto qualquer para encolher-se ainda mais, escondendo o frio e as suas frustrações amorosas. A noite poderia ter sido bela (e algo assanhada!) para os quero-queros, mas amor e frio congelante, pensava em sua cabecinha de quero-quero, é algo que não excita.
Liberto da casca de “voyeur” de quero-quero voltei para o meu papel momentâneo de estátua natural em mármore congelante, Deus, pensei como em oração, uma xícara grande de chocolate com canela em rama, valeria bem mais do que uma barra de ouro, e esta foi a terceira premissa, pois não se dá para aprender muita coisa em uma noite com um frio desses....brrrrrrrrr!!!!
Fique este texto como documento, se algo acontecer a população mundial de quero-queros, esta noite onde tudo se congelou (inclusive a vontade de amar das quero-queros fêmeas!) contribuiu significativamente para a extinção desta espécie. Fiquemos atentos....
De repente, cansado de tantas sugestões masculinas sem quaisquer retribuições femininas, já com as pestanas (?) cansadas de atirar olhares lânguidos e concupiscentes, o quero-quero macho sumiu, tão repentinamente que nem sei se foi voando....duvido, não se voa encolhido como estava. Deve ter desabalado em fragorosa carreira, tentando espantar o frio, tentando encontrar uma fêmea mais assanhada que o frio. Por sua vez, a fêmea desiludida, cavucou um canto qualquer para encolher-se ainda mais, escondendo o frio e as suas frustrações amorosas. A noite poderia ter sido bela (e algo assanhada!) para os quero-queros, mas amor e frio congelante, pensava em sua cabecinha de quero-quero, é algo que não excita.
Liberto da casca de “voyeur” de quero-quero voltei para o meu papel momentâneo de estátua natural em mármore congelante, Deus, pensei como em oração, uma xícara grande de chocolate com canela em rama, valeria bem mais do que uma barra de ouro, e esta foi a terceira premissa, pois não se dá para aprender muita coisa em uma noite com um frio desses....brrrrrrrrr!!!!
4 comentários:
Meu querido amigo, acho incrivel como vc. consegue descrever cada situação de uma maneira muito legal!Continue assim,venho visita-lo sempre para poder ler seus poemas, versos, poesias
Passei por aqui e fiquei..só me faltou um quero quero na minha janela....simplesmente amei .agora sei onde parar ,quando a solidão chegar perto de mim..espero sempre poder viajar nas suas palvras.
Parabéns .simplesmente lindo ..
beijusssssss
amigo seu blogger esta muito lindo,
meus parabéns...
vc sempre me surpreendendo,com sua sensibilidade e observação.
e um previlegio ter-lo como amigo e ser considerada como sua amiga...
sempre que for possivel passarei aqui,e com suas inspirações poderei ter um novo ponto de vista...
bjssss e boa sorte!!
Gil
muito lindo,minha mente fica a voar...e já não e surpresa fico a ler e apreciar cada palavra,vendo seu ponto de vista...meus parabéns...mais uma vez vc me surpreende com sua sensibilidade...
bjs
Postar um comentário