Mostrando postagens com marcador Trechos de Crônicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Trechos de Crônicas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 1 de abril de 2011

VIVA A VIDA!


A vida acontece no espaço que se espreme
entre os sonhos e a realidade.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

FRAGMENTOS

Tudo pareceu muito simples naquela manhã de outono, mas, eram tempos que o simples tinha enorme valor para mim.

(Trecho da Crônica “Divagações e Bolo de Milho” Publicada em nel mezzo del cammim em 30/04/2010)


As palavras se enganam às vezes, os sentimentos não se enganam jamais!

(Trecho da crônica “A gente se vira...” publicada em nel mezzo del cammim em 29/03/2010)



... E sou o segundo e todos os outros tiros de minhas guerras em todos os fronts, sou macho, sou coletivo, sou razão e sou pura emoção – não tenho velas para queimar no altar da contemplação, apesar de me fascinar ela me é hoje um deus pagão!

(Trecho da crônica “A Fera” publicada em nel mezzo del cammim em 19/01/2010)


Compreendi, finalmente, que ninguém entende mais de políticos brasileiros do que as baratas... E fiquei escutando-a madrugada adentro enquanto ela fumava um roliço charuto cubano!!!

(Trecho da Crônica “ La Cucaracha” publicada em nel mezzo del cammim em 04/01/2010)


Noutro instante, que surgia do desejo da paixão, amavam-se novamente sobre um grosso carpete no chão da sala, um amor feito de muitos entretantos e um certeiro finalmente. Ela gemia aos seus ouvidos seu gozo e seu testemunho de amor, e ele lhe entregava com afeto e caricias a prova maior de sua devoção por ela.

(Trecho da crônica “Os sonhos vem com o crepúsculo” publicada em nel mezzo del cammim 1º/01/2010)

Gostavam era de ver o cair da tarde, o sol se escondendo no horizonte trocando de cores de uma forma mágica: O amarelo meio dia se alaranjando para as cinco horas até vestir-se do rubro ocaso das seis horas. Ficavam ali em silêncio, sentindo a brisa fresca vespertina que sussurravam poesias esquecidas no vento e captavam desses segredos inspirações diversas para a vida e para todas as coisas.

(Trecho da crônica “Crepúsculos” publicada em nel mezzo del cammim em 15/12/2009)



"As grandes expectativas estragam o amor. O amor, minha querida, prefere o ingênuo, por isso, te ofertarei o simples:

Meu coração, para te abrigar!"

(Trecho da Crônica “A forma como tu me queiras...” ´publicada em nel mezzo del cammim em 22/11/2009)


De tudo o que me lembro esse tudo me deixa em êxtase.

(Trecho da crônica O VELHO CINEMA, publicada em WWW.fatimanews.com.br em 21/09/2009 e também em nel mezzo del cammim)


Porque não existirá o amanhã,
Entendas isso definitivamente.
Tudo o que é realmente teu
É este segundo solitário de agora em que habita tua vida.
O amanhã pertence ao desconhecido,
Ao improvável,
Ao absoluto e intocável destino.

(Trecho da poesia E, DE REPENTE, NÃO É MAIS VERÃO..., publicada em WWW.fatimanews.com.br em 16/12/2008 e também em nel mezzo del cammim)

Ilustração: Retirada do site rbiancarelli.wordpress.com

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

ESTILHAÇOS I

Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o pára-vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.


Vous êtes belles mais vous êtes vides, leur dit-il encore. On ne peut pas mourir pour vous. Bien sûr, ma rose à moi, un passant ordinaire croirait qu'elle vous ressemble. Mais à elle seule elle est plus importante que vous toutes, puisque c'est elle que j'ai arrosée. Puisque c'est elle que j'ai abritée par le paravent. Puisque c'est elle dont j'ai tué les chenilles (sauf les deux ou trois pour les papillons). Puisque c'est elle que j'ai écoutée se plaindre, ou se vanter, ou même quelquefois se taire. Puisque c'est ma rose.

Trecho de O PEQUENO PRINCIPE, Exuperry




Qual é a maior história de amor do mundo? Penso que nenhuma! Não existem questões de tamanho no amor! Todos os amores são importantes, maravilhosos....




Mas a história de amor que mais me surpreende é a de Dante pela Belle Femme Beatriz, ela transcendeu a própria vida. Dante foi vê-la no Paraiso. (Gilberto)






DEUS foi arquiteto em todos os momentos de sua obra magnífica. Ah! Mas DEUS foi POETA no exato instante em que criou a MULHER!!! (Gilberto)







Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim. (Cecília Meirelles)

sábado, 2 de maio de 2009

Mas mesmo o pai dos deuses pode errar! Em sua pressa de dar ao mundo um anjo, a fez com um único coração para amar! Devia ter posto em seu peito mil corações, todos eles virgens desse sentimento que move os homens ou então desprovê-la de um, torná-la uma branca estátua em mármore, sem capacidade para amar. Porque para as deusas não existe saída, ou ama a todos, ou não ama a ninguém, jamais ser somente de um só!

Trecho da crônica "QUANDO OS DEUSES ERRAM!" de minha autoria, ja publicada neste espaço.

sábado, 4 de abril de 2009

E eis que chove de repente. E a chuva parece trazer algumas lembranças daqueles tempos. Eu olho para as milhares de gotas que caem, saio para a chuva e corro sem sentido e sem direção, a vizinhança me olha com estranheza (será que o homem ficou louco?). Somos todos loucos nesta vida por rejeitar a alegria de sermos nós mesmos. Estou molhado agora, de chuva. Estou molhado agora, de sonhos. E enquanto a chuva cai molha todo o meu corpo e por alguns momentos sou criança novamente, por alguns novos momentos tenho novamente todos os meus sonhos de guri.



Trecho da crônica “OS DOCES TEMPOS DA INFÂNCIA”, de minha autoria e já publicada neste espaço




Hoje, meus sonhos rarearam, fico joeirando entre meus pensamentos sonhos pré-fabricados, e estes não valem. Se sorrio, ou se choro. Se corro, ou se ando. Se parto, ou se fico. Se escrevo, ou se leio. Não importa a estrada que tome, tento recuperar a fantástica capacidade de sonhar que tinha aos seis anos e que alguns, ao longo dessa vida tortuosa, me fizeram crer que era uma qualidade pouco desejável. Então, eu sonho, sonho como aquele garoto de seis anos, simplório na existência, simplório nos sonhos, e isso torna minha felicidade maravilhosa. Sonhar ainda é a única ponte que liga a realidade ao futuro cheio de novas possibilidades.



Trecho da crônica “APRENDENDO A SONHAR...”, de minha autoria e já publicada neste espaço

quarta-feira, 1 de abril de 2009

[...] Pense no que eu digo, pense nos seus sonhos, e lembre-se sempre, o tempo não é teu companheiro, deves domá-lo, pois ele não te respeitará jamais, deves conquistá-lo para que ele a tema. Infelizmente, as coisas são assim....o tempo é senhor de si próprio!


(Trecho de carta enviada para uma amiga virtual há muito, muito, muito tempo atrás)

segunda-feira, 23 de março de 2009

Existem aqueles que amam devagar, e estes levam uma vida inteira para fazê-lo de verdade. Eu prefiro amar depressa, como a amei naquele momento e em outras tantas vezes pela vida. O que é certo, presumo, no amor e em todas as suas considerações, não é se amou devagar ou célere demais, muito menos a quantidade de amores que se teve, vale sim, é a intensidade com que se amou ou se ama.
Trecho da crônica "Amor à primeira vista", de minha autoria.

segunda-feira, 16 de março de 2009

"Alcançam-se facilmente todas as coisas que estão separadas pelo espaço, fica bem mais difícil alcançar aquelas coisas que estão incrustadas no tempo, impossível alcançar àquelas que estão separadas de nós pelo espírito".

Trecho da crônica “Sobre amigos e filosofias” de minha autoria.